22 de jan de 2018 por Andréia Dias

Crítica: Correndo Atrás de Um Pai

O longa não se posiciona se é um filme de comédia ou um drama, e ele derrapa nesses dois gêneros.

Kyle e Peter Reynolds interpretados respectivamente por Owen Wilson e Ed Helms, são irmãos cuja mãe excêntrica os criou para acreditar que seu pai havia morrido quando eram jovens. Quando eles descobrem que isso é uma mentira, eles se juntam para encontrar seu pai real e acabam aprendendo mais sobre sua mãe do que eles provavelmente já quiseram saber.

O roteiro do filme é interessante, porém a execução do projeto é um tanto confusa, ele não se posiciona se é um filme de comédia ou um drama, e ele derrapa nesses dois gêneros. O trailer vende uma comédia rasgada, mas não é bem assim não, as partes engraçadas são as que o trailer apresenta mesmo, o restante do filme é um drama mediano.

É nítida a química de atuação entre o Owen Wilson e o Ed Helms, a jornada dos irmãos Reynolds que nunca se entenderam muito bem e que devido a busca, criam uma relação fantástica entre eles e essa construção dos personagens ficou bonito de se ver. Essa ligação entre eles salvou boa parte do filme.

O longa não empolga, nem as participações das estrelas hollywoodianas como J.K Simmons, Katt Williams e Glenn Close cativam o espectador. O final impressiona por ser bem carregado no drama e na comoção, mais fecha o arco de forma correta. Cotação: ★★

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