24 de jan de 2018 por Andréia Dias

Crítica – Maze Runner: A Cura Mortal

 

 O público vai vibrar e se apaixonar com o encerramento da franquia. Esse labirinto vai fazer falta.

O terceiro e último filme da franquia Maze Runner traz uma possibilidade de cura para o Fulgor, dando continuidade aos experimentos mostrados no segundo filme Maze Runner: Prova de Fogo.  

Claramente, vimos um amadurecimento na atuação de Dylan O´Brien que interpreta o protagonista Thomas, ele leva o filme no bolso tranquilamente. Seja nas cenas de ação ou em cenas mais emotivas, ele se entregou ao personagem de maneira extraordinária.

Já atuação da atriz anglo-brasileira Kaya Scodelario que faz a Teresa ficou bem a desejar, nada expressiva, em todas as cenas ela está com a mesma cara de confusa e perdida no tempo, chega a dar um desanimo quando ela aparecia em cena.
A volta do Gally (Will Poulter) a trama com uma historinha mixuruca, não convence. O argumento para o retorno dele foi fraco e fora do contexto.

Os destaques do filme vão para o Thomas Sangster que interpreta o Went, ele deu um show na trama e o ator Aidan Gillen que faz o vilão Janson está simplesmente sensacional, o intérprete do Mindinho de Game of Thrones realmente está se especializando em vilania e fez um trabalho primoroso na obra.

O longa usa e abusa de imagens aéreas incríveis, o que faz o público ter uma dimensão sobre a grandiosidade de território do Cruel, a fotografia foi bem executada e os efeitos em CGI estavam fantásticos, porém, em uma cena de incêndio num prédio onde estão o Thomas e a Teresa, o efeito não ficou legal, a cena não tinha profundidade e as chamas ficaram falsas, mas não atrapalhou em nada o bom andamento da história.

Por fim, o filme entrega um excelente conteúdo e os fãs não vão se decepcionar com o encerramento da franquia. Aproveite e leve bastante pipoca porque são 2h 20min. de muitos combates e entretenimento de alto nível. Cotação: ★★★★ (Ótimo)

 

 

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